Marcus Túlius Cícero Barros Loureiro com a esposa Nívia
José Milton Oliveira Santos, escritor de Palmas
Wátila Misla Fernandes Bonfim reside em Dianópolis
Em assembléia extraordinária realizada na noite de sábado, 15, no Centro Cultural Mauro Cunha, a Academia Gurupiense de Letras elegeu, por unanimidade dos acadêmicos presentes, o escritor Marcus Túlius Cícero Barros Loureiro para ocupar a cadeira de número 13, anteriormente ocupada por seu pai, Milton Loureiro, falecido em 31 de outubro do ano passado, aos 85 anos.
Além de escritor, Marcus Túlius é médico, cronista e poeta, autor dos livros Chambalé (Crônicas) e Meu Velho Amigo (Poesias), ambos publicados em 2000. Têm ainda trabalhos publicados no Anuário de Poetas e Escritores de Gurupi, edições de 1998 e 2000.Participou da Antologia Literária Internacional Del'Secchi, nas edições de 1998, 2000 e 2002. Em 1998, o seu poema "O Menino de Rua", foi publicado na Antologia do Tocantins e teve ainda participação no livro Asas da Imaginação, publicado em 2001, no Rio de Janeiro, com o poema "Cachorro vira-lata"
MEMBROS CORRESPONDENTES
Também a Academia Gurupiense de Letras elegeu José Milton Oliveira Santos, de Palmas, e Wátila Misla Fernandes Bonfim, de Dianópolis, para o quadro de membros correspondentes।
José Milton Oliveira Santos é escritor e poeta, formado em Licenciatura Plena em Historia da UFT - Universidade Federal do Tocantins, Campus de Porto Nacional. Em 2006, com a poesia "Nós vamos dar o troco", participou da Antologia Literária Mosaicos, da Editora Andross, de São Paulo, cujo lançamento aconteceu na Bienal Internacional do Livro da capital paulista. Anda nesse mesmo ano publicou a poesia "Cidade planeja" no jornal experimental da turma de Comunicação Social da Universidade Federal do Tocantins – Campus de Palmas. Em 2007 participou da Antologia de Contos Folhas ao Vento, também pela Editora Andross, onde publicou o conto "O rei do breik". É autor do livro de poesias "Amor e Paixão", publicado em 2008.
Wátila Misla Fernandes Bonfim, é graduado em História pela UFT e pós-graduado em História Social. Em 2002, ficou em sétimo lugar no I Concurso Talentos Literários do Estado do Tocantins, organizado pela Fundação Cultural do Tocantins.Em 2005, e com o poema "Madrigal quase perfeito", venceu o I Concurso Nacional de Poesia, organizado pela Academia Tocantinense de Letras. Possui trabalhos publicados em nove antologias literárias pelo Brasil afora.
A sessão solene de posse dos novos integrantes da AGl, acontece no próximo dia 30 de novembro, no Centro Cultural Mauro Cunha, a partir das 20 horas. Na oportunidade, serão lançadas três obras póstumas de Milton Loureiro: O Médico e os Anjos (romance), Zoy Y Zô e Orimar – Lendas Parecis (contos). O dinheiro arrecadado com a venda desses livros será revestido para instituições filantrópicas em Gurupi e Corumbá (MS). (Zacarias Martins)
Escrito por AGL às 22h44
[]
[envie esta mensagem]
[link]

LITERATURA

Em comemoração aos 50 anos da cidade, o escritor Zacarias Martins lança hoje Histórias das História de Gurupi
Ceila Menezes Gurupi - Correspondente
Em mais um lançamento, o poeta, jornalista e escritor Zacarias Martins lança um olhar crítico sobre os acontecimentos e escreve páginas repletas de humor e dizeres, até mesmo exóticos, sobre a cidade de Gurupi no seu mais novo livro, Histórias da História de Gurupi, que será lançado hoje, às 20 horas, no Centro Cultural Mauro Cunha, em Gurupi.
Este é o sétimo livro individual de Martins, sendo o primeiro no gênero de crônicas, uma vez que as publicações anteriores eram todas de poesias. “São 11 crônicas especialmente selecionadas sobre fatos pitorescos que aconteceram na cidade nos últimos 25 anos, muitos dos quais, quase passaram despercebidos à época e que busquei retratar de uma forma diferente, com pinceladas de humor”, afirma Martins.
Entre os fatos relatados em seu livro, Zacarias Martins cita como exemplo a notícia que se espalhara pela cidade, em meados de 1994, de que alguém havia deixado uma bomba na agência da Caixa Econômica Federal, fato que gerou pânico na cidade, tomando conta dos clientes, que imediatamente deixaram o local às pressas. Na época do fato, a polícia foi acionada isolando a agência, fechando o trânsito nas proximidades, chamando a atenção de vários curiosos que se amontoavam na busca de novidades sobre o assunto. No final, constatou-se tratar de uma bomba d’água, dessas utilizadas em cisternas e que havia sido esquecida por um cliente. Além deste fato curioso, o livro apresenta ainda outros sobre a história da cidade.
A obra é ilustrada com fotos atuais e antigas de Gurupi, tendo recebido ainda apreciação crítica da professora de Literatura do Departamento de Letras do Centro Universitário Unirg, Maria Wellitania de Oliveira Cabral. Ela afirma que o elo entre os temas abordados realiza no discurso, crítica política e social, o que ainda, de acordo com a professora, é fruto do conflito entre o mundo ideal e o mundo real, sob o ponto de vista do autor. A professora afirma ainda que o escritor demonstra a convicção de que esses textos contribuem para cidadania e que a sociedade precisa dispor de fontes de informações que possam permitir conhecer o que se passa em sua volta, além de proporcionar aos cidadãos leitores a formação de opiniões próprias sobre tais fatos. “O autor depara-se com a memória e o real, o ontem e o hoje, a busca em conciliar a história e a arte. “Neste sentido, o discurso recorrente desenha o retrato da memória, ou seja, a fantasia do passado, numa tentativa de manter viva a história, a tradição e os movimentos culturais que caracterizam o povo gurupiense”, explica.
Lançamento A programação de lançamento do livro também, contará com a exibição do vídeo-documentário Gurupi - 50 anos, produzido por acadêmicos do quinto e sétimo período do curso de Jornalismo da Unirg, tendo direção do professor Sandro de Oliveira.
O vídeo-documentário resgata a memória de Gurupi por meio de alguns membros importantes da sociedade gurupiense, como pioneiros que chegaram na região por volta da década de 50 ou 60 e que contam como era a cidade, as transformações sofridas e as expectativas para o futuro.
Também faz parte da programação a palestra Novidades e não novidades na obra de Machado de Assis, com o professor Fabiano Donato.
|
|
PERFIL
Jornalista, cronista, conferencista e ativista cultural, Zacarias é paraense, de Belém, mas tocantinense de coração. Reside em Gurupi desde 1983. É autor de seis livros individuais de poesias, tem ainda participação em dezenas de antologias literárias. Atualmente é assessor de imprensa do Hospital de Regional de Gurupi, diretor da Regional Sul da Associação Tocantinense de Imprensa e membro fundador das Academias Tocantinense e Gurupiense de Letras.
É autor dos livros Transas do Coração (1978), O Poeta de Belém (1979), Poetar (1980), O Profeta da Felicidade (1984), Vox Versus (1986) e Pinga-Fogo (2004).
SERVIÇO
O quê - lançamento do livro Histórias da história de Gurupi Quando - hoje Onde - Centro Cultural Mauro Cunha, em Gurupi Horário - a partir das 20 horas Obra - o livro possui 76 páginas e será vendido a R$ 15,00. |
Matéria publicada no Jornal do Tocantins, Caderno Arte & Vida, edição de 11/11/208
Caderno Arte & Vida

Escrito por AGL às 21h34
[]
[envie esta mensagem]
[link]

LANÇAMENTO LIVRO
Histórias nordestinas em livro de cordel
Os amigos Luiz Severino e Antônio Farias se uniram para contar fatos do Maranhão e do antigo Norte Goiano
Ceila Menezes Gurupi - Correspondente
Ceila Menezes
 Palmares (E), Luiz e Severino: amizade resultou em livro de cordel |
Um filho do Maranhão e o Sonho de um Poeta é o nome do livro escrito pelos amigos nordestinos: Luiz Rodrigues, Severino Ferreira e Antônio Farias da Silva (Palmares), que conta a história de vida de um dos autores, além de fatos verídicos de histórias passadas nos Estados do Maranhão e antigo norte goiano, hoje Tocantins. Todos os fatos são narrados através da literatura de cordel, que além das rima, traz romances vividos na época, lutas e conquistas do povo no ano de 1958. O livro tem 76 páginas e será lançado hoje, a partir das 19h30, no Auditório do Campus I da Unirg, em Gurupi, no sul do Estado. A partir da próxima semana, o livro estará disponível nas bancas e livrarias da cidade pelo preço de R$ 10,00.
Para Luiz Rodrigues, a experiência de fazer o livro em união com os outros colegas trouxe mais conhecimento e aprendizado. “Eu já tinha a história, mas faltava incentivo para poder torná-la pública, com o passar do tempo veio os amigos e tiveram a idéia de acrescentarmos a experiência e o conteúdo dos três. A partir daí, lançamos um novo projeto do livro, e isto vai acontecer agora. Este é o meu primeiro trabalho, mas espero que seja o início de muitos outros que virão”, diz.
Para Severino Ferreira, além da experiência, o livro veio consolidar a amizade dos três. “Tudo começou com uma brincadeira e a partir daí, fomos somando as experiências, dando início a um trabalho que hoje é realidade. Depois de escrito e editado, vi o quanto aprendi com o resultado desta soma que só nos deu felicidade”, avalia.
Já Palmares, que já tem vários exemplares publicados, como Lembranças do Padroeiro Santo Antônio, Reclamação da Filha do Garimpeiro, entre outros, diz que a união para a publicação do livro é um resgate da cultura nordestina. “Foi uma experiência nova este livro, e isto nos reforça a importância do trabalho em grupo. Este livro traz para nós o resgate da cultura nordestina, um livro que me surpreendeu com sua história”, afirma.
| Prestigie |
|
O quê - lançamento do livro Um filho do Maranhão e o Sonho de um Poeta Quando - hoje Onde - auditório do Campus I, da Unirg, em Gurupi Horário - 19h30 |
Fonte: Jornal do Tocantins - www.jornaldotocantins.com.br
Escrito por AGL às 22h03
[]
[envie esta mensagem]
[link]

A Academia Gurupiense de Letras (AGL) lançou edital para preenchimento de quatro vagas na instituição, sendo duas para membros efetivos e duas para correspondentes. No caso dos membros efetivos da AGL, os interessados concorrerão às cadeiras 13 e 14, que ficaram vagas depois do falecimento dos acadêmicos Milton Loureiro e Adão Ferreira.
Os candidatos a uma vaga de imortal da AGL, devem ser residentes em Gurupi há pelo menos três anos e que possuam algum trabalho publicado em livro, não importando o gênero. Precisa ainda ter acima de 35 anos e enviar solicitação de ingresso ao presidente da Academia, acompanhado de currículum vitae e literário, publicações individuais, coletivas ou na imprensa.
As vagas para membros correspondentes são destinadas a escritores que residam em outras cidades do Tocantins, do País e até mesmo, no exterior. Nesse caso, os candidatos devem ter acima de 18 anos e também enviar solicitação de ingresso ao presidente da AGL, sempre acompanhado de curriculum vitae e literário.
As solicitações devem ser enviadas à sede provisória da AGL, situada à Rua Figueiredo de Aguiar, 2041 – Centro – CEP: 77405-030 – Gurupi – TO, até o dia 10 de outubro deste ano. As informações adicionais poderão ser fornecidas pelo presidente da AGL, Eliosmar Veloso, através do telefone (63) 3312-0929.
Uma comissão composta pelos acadêmicos efetivos Zacarias Martins, J. Ribamar dos Santos e Ednéa Rezende, sob a presidência de Martins, ficará responsável por analisar os currículos recebidos e dar um parecer sobre sua admissibilidade ou não.
De acordo com Eliosmar Veloso, a Academia se reunirá em Assembléia Geral Extraordinária no dia 08 de novembro para eleger os novos integrantes da instituição.
Escrito por AGL às 11h26
[]
[envie esta mensagem]
[link]

Por:Suely Reis Ascom/Sesau
Tal qual um bom vinho que com o passar do tempo fica mais encorpado e com sabor aprazível, assim é a poesia de José Milton, que igualmente parece ter contado com a cumplicidade do tempo para nos brindar com belas páginas poéticas, vez que já vem de longa data que o poeta se enveredou pelos caminhos da poesia". A afirmação é do poeta e jornalista Zacarias Martins, titular da Academia Tocantinense de Letras, que fez uma análise crítica do livro "Amor & Paixão", de autoria do poeta José Milton, servidor público da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), lançamento na tarde terça-feira, 12 de agosto, no hall da Secretaria, em Palmas.
De acordo com Zacarias Martins, prefaciador de "Amor e Paixão", a produção poética de José Milton é despretensiosa e despojada de pseudo-intelectualismo, e encanta tanto pela criatividade e sensibilidade do poeta, quanto pela sonoridade rítmica de seus versos. "O livro chega em boa hora para enriquecer ainda mais o cenário literário tocantinense e aplacar a nossa fome de leitura", garante Martins. Perfil do autor José Milton, nasceu em Ananás, no Estado do Tocantins, em 04 de março de 1977. É o quinto dos oito filhos do lavrador Benício do Espírito Santo e da funcionária pública Rosalina Maria dos Santos. Cursou os primeiros anos do ensino fundamental na Escola Paroquial São Pedro e conclui o ensino médio no Colégio Estadual Getulio Dornelles Vargas. Em 1998 aos 21 anos tornou-se funcionário publico estadual efetivo, aprovado em concurso, mudando-se para a capital, Palmas.
Em 2002 ingressou nos cursos de Licenciatura Plena em Historia da Universidade Federal do Tocantins, Campus de Porto Nacional. Em 2006, com a poesia "Nós vamos dar o troco", participou da "Antologia Literária Mosaicos", da Editora Andross, de São Paulo, cujo lançamento aconteceu na Bienal Internacional do Livro da capital paulista. Ainda nesse mesmo ano publicou a poesia "Cidade planeja" no jornal experimental da turma de Comunicação Social da Universidade Federal do Tocantins – Campus de Palmas. Em 2007 participou da "Antologia de Contos Folhas ao Vento", também pela Editora Andross, onde publicou o conto "O rei do breik".Atualmente trabalha na Secretaria Estadual de Saúde do Tocantins e continua escrevendo poesias. Possui mais de 400 poesias escritas, além de vários projetos literários, dentre eles o projeto de poesias críticas no âmbito político e atualidades, poesias evangélicas e mini-contos.


Fotos: Suely Reis e Makefferismar Santos
Escrito por AGL às 12h29
[]
[envie esta mensagem]
[link]

VIVER Por Francisca Miranda Aliança do Tocantins/TO

Viver É querer. É lutar, Mesmo perdendo Não se deixar vencer. É morrer pra vida E viver para Deus.
Viver É plantar a semente do amor. É enxergar a beleza Nas coisas mais simples E modificar As coisas fáceis Que estão camufladas de difíceis.
Viver É plantar a semente da verdade E ver crescer uma árvore Espalhando os seus frutos Pelo mundo
Viver É respeitar a natureza. É acreditar que dias melhores virão. É acreditar em si mesmo. É ter sempre a certeza De que Cristo Habita em nossos corações!
Escrito por AGL às 21h37
[]
[envie esta mensagem]
[link]

PROFECIA DE ANDRÓIDE
Por Zacarias Martins

Esse mundo que não pára. Essa vida por um fio. Estamos em cima de um barril de pólvora. Quem vai acender o pavio?
O amor está biônico. Corações mutilados. Sentimentos corrompidos. Paixões em enlatados.
Tem nome de um número. Celebro de computador. Trabalha, não se cansa. Não reclama, não sente dor.
Tem como parente próximo um reles parafuso. E quando lhe solta à cabeça fica todo confuso.
Um potente óleo lubrificante é o seu alimento substancial. Quando come outra coisa chega até a passar mal.
Mas um dia chegou a fatalidade: - Alguém acendeu o pavio! E o mundo, que era uma bola, Espatifou-se, explodiu.
E para uma Galáxia distante Foram os restos mortais de um planeta chamado Terra, dos tempos bons que não voltam mais.
Escrito por AGL às 21h27
[]
[envie esta mensagem]
[link]

Por Zacarias Martins
"O Valente Mercador", "Serjão Cachoeira – O Herói de Santo Reis" e "O Empregado e o Salário", são os títulos dos livros de literatura de cordel que o poeta popular J. Ribamar dos Santos estará lançando em noite de autógrafos no próximo sábado, 26, a partir das 20 horas, no Centro Cultural Mauro Cunha, com direito a recital de poesias e apresentação da Banda de Música Municipal Ciney Santos Miranda. O evento é uma iniciativa da AGL - Academia Gurupiense de Letras, com o apóio da Fundação Cultural de Gurupi.
PERIL DO AUTOR Tocantinense de Dueré, J. Ribamar dos Santos há muitos anos reside em Gurupi. É titular da Academia Gurupiense de Letras, onde ocupa a Cadeira de nº 01. Sua estréia oficial no mundo das letras aconteceu em meados de 1998, quando teve trabalhos publicados no "Anuário de Poetas e Escritores de Gurupi". Também participou do Anuário nas edições de 1999, 2000 e 2004. Seu primeiro livro individual "A Rosa de Ouro & Outros Poemas" , foi publicado em 2003. Nesse mesmo ano integrou as antologias "Anuário de Escritores", "Talentos de um novo tempo" e "Diário do Escritor". Participou, ainda, das antologias literárias "Palavras de Amor" e "Prêmio Anchieta de Poesia", ambas em 2000. Já em 2001, participou da antologia "E por falar em amor...". Em 2002, foi alvo de substanciosa matéria publicada na revista " Almanaque Cultural do Tocantins", órgão de divulgação da Fundação Cultural do Tocantins. Em 2004, teve trabalhos publicados na antologia "Além das Palavras" e publicou o seu segundo livro individual de poemas, intitulado "Alma de Penas". Em 2006 marcou presença na antologia " Amar é tão bom" e conquistou menção honrosa no IX Prêmio Missões, do Rio Grande do Sul, tendo participado de uma antologia reunindo os trabalhos que mais se destacaram nesse prêmio. Em 2007, Com o poema "Soneto da ilusão", participou da Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos – Volume 31, lançada pela Câmara Brasileira de Jovens Escritores (CBJE), do Rio de Janeiro.
SOBRE A LITERATURA DE CORDEL De acordo com informações da Academia brasileira de Literatura de Cordel, na época dos povos conquistadores greco-romanos, fenícios, cartagineses, saxões, etc, a literatura de cordel já existia, tendo chegado à Península Ibérica (Portugal e Espanha) por volta do século XVI. Na Península a literatura de cordel recebeu os nomes de "pliegos sueltos" (Espanha) e "folhas soltas" ou "volantes" (Portugal). Florescente, principalmente, na área que se estende da Bahia ao Maranhão esta maravilhosa manifestação da inteligência brasileira merecerá no futuro, um estudo mais profundo e criterioso de suas peculiaridades particulares.
De Portugal, a literatura de cordel chegou ao Brasil no balaio e no coração dos nossos colonizadores, instalando-se na Bahia e mais precisamente em Salvador. Dali se irradiou para os demais estados do Nordeste. A pergunta que mais inquieta e intriga os nossos pesquisadores é "Por que exatamente no nordeste?". A resposta não está distante do raciocínio livre nem dos domínios da razão. Como é sabido, a primeira capital da nação foi Salvador, ponto de convergência natural de todas as culturas, permanecendo assim até 1763, quando foi transferida para o Rio de Janeiro.
Na indagação dos pesquisadores, no entanto há lógica, porque os poetas de bancada ou de gabinete, como ficaram conhecidos os autores da literatura de cordel, demoraram a emergir do seio bom da terra natal. Mais tarde, por volta de 1750 é que apareceram os primeiros vates da literatura de cordel oral. Engatinhando e sem nome, depois de relativo longo período, a literatura de cordel recebeu o batismo de poesia popular. Foram esses bardos do improviso os precursores da literatura de cordel escrita.
Escrito por AGL às 19h36
[]
[envie esta mensagem]
[link]


A Escola de Canuanã, da Fundação Bradesco, em Formoso do Araguaia, respirou poesia na noite de segunda-feira, dia 31 de março. Tudo por conta do sarau lítero-cultural realizado para encerrar com chave de ouro a movimentada programação festiva em comemoração ao Mês da Poesia.
O evento contou com a participação especial do poeta e jornalista Zacarias Martins e que na oportunidade estava representando a Academia Tocantinense de Letras. Já o poeta e cronista José de Ribamar Aves dos Santos, estava representando a Academia Gurupiense de Letras. A festa contou ainda com a presença do poeta e cantador Palmares, além de Chiqunho Chocolate.
Na programação festiva, muita declamação de poemas, apresentações cênicas, de música e de dança, apresentados por alunos de todas as séries e professores que relembraram a trajetória musical de Chiquinha Gonzaga, pioneira maestrina brasileira, na arte do Choro; autora de um dos maiores clássicos do carnaval: a marcha Ô Abre Alas.
Os alunos apresentaram performances sobre a ilustre maestrina homenageada. Algumas apresentações chegaram a emocionar o publico presente, como a de dois casais de crianças que vestidos em traje de época, dançaram uma bela valsa de Chiquinha.
Após as apresentações de alunos e professores, os poetas Zacarias Martins, José de Ribamar e Palmares se revezaram no palco declamando suas poesias. Por último Chiquinho Chokolate entrou em cena, cantando a marcha Ô Abre Alas e outras composições de Chiqunha Gonzaga, bem como sucessos de bandas carnavalescas da Bahia e tudo terminou num grande baile de carnaval.
Fonte: Jornal Cocktail - Gurupi, 04/04/2008
Escrito por AGL às 17h26
[]
[envie esta mensagem]
[link]

VISITANTES JÁ PODEM CONFERIR A
3ª EDIÇÃO DO "JARDIM DA POESIA"
Crédito da Foto: Audivan Nougueira
Uma manhã ensolarada e recheada de irreverência. Foi nesse clima harmônico que aconteceu nesta quarta-feira, 5/3, o lançamento da 3ª edição do Jardim da Poesia. O projeto, instalado no Museu Histórico do Tocantins - Palacinho, em Palmas, como em outras edições, oferece aos visitantes uma viagem ao mundo da poesia, onde 29 poetas têm os seus poemas expostos em tamanho ampliado em uma instalação montada numa área aconchegante, sobre um arvoredo, com vários bancos.
Estavam presentes no evento, além do responsável pelo projeto, o gerente de literatura da Fundação Cultural do Tocantins, Osmar Casagrande, o presidente da Academia Tocantinense de Letras, Eduardo Silva de Almeida, o jornalista Sebastião Pinheiro e os escritores Odir Rocha e Mário Martins.
Os poemas selecionados para esta edição ficaram expostos até maio deste ano e são de poetas de Palmas, Peixe, Divinópolis, Araguaina, Gurupi, Dianópolis e Porto Nacional. O museu Histórico do Tocantins fica aberto de terça a sexta, das 8h às 18h, e sábado das 8h às 14h.
Os interessados em participar da próxima edição do Jardim da Poesia já podem estar encaminhando o seu poema para o e-mail: osmar.casagrande@gmail.com. O Espaço também é aberto para ilustradores, que podem estar enviando para Gerencia de Literatura, na Fundação Cultural, seus desenhos, desde que sejam no formato A4.
Listagem dos poemas e respectivos autores: 1 – Peixe -Ana Kléia Pereira Pinto - Peixe-TO 2 – Redondo - Yonara Aniszewski – Palmas 3 – Desalento - Tião Pinheiro – Palmas 4 - Árvores de poesias e vice-versa - Luiz Pereira da Costa – Palmas 5 – Sebasta só - Paulo Aires Marinho Divinópolis 6 – Meu verso - Edson Gallo Araguaína 7 – Cachoeira - Gilson Cavalcante Palmas 8 - A paz desejada – Gil Correia - Gurupi 9 – Casulo - Wátila Misla – Dianópolis 10 – A voz do poeta - Eliosmar Veloso – Gurupi 11 – SONETO (Da Ilusão) - José de Ribamar Alves dos Santos – Gurupi 12 – Consciência Negra - Izilda Ciribelli Campos – Palmas 13 - Reza do tempo atrás – Célio Pedreira – Porto Nacional 14 – Viver - Cidinha Medina 15 – Ao Tocantins - Conceição Rodrigues – Palmas 16 – Dúvidas - Diego Alves da Silva 17 – O ser - Edilza Gomes 18 – A história de João e Maria - Eduardo Silva de Almeida – Palmas 19 – A vida - Julianny Gomes e Costa 20 – Último - Lucivânia Costa Oliveira 21 - Sou Pássaro na Mão - Melck Aquino 22 – Celeiro - Miriam Cordeiro Bezerra 23 – Mulher – mulher - Osmar Ziba 24 – Retratando a poesia - José Valdemir Rodrigues 25 - Ultimo Retoque - Pollyanna Letícia 26 – O matuto - Walter Sheel - Palmas – TO 27 - SORRISO MAROTO – Zacarias Martins 28 - Antro-poética – Osmar Casagrande 29 – Poemortográfico – jj.Leandro - Araguaína Fonte: Secom/TO. http://www.to.gov.br/secom/noticia.php?id=18352
Escrito por AGL às 21h21
[]
[envie esta mensagem]
[link]

Conceição Rodrigues Palmas / TO
Fonte da vida
Conceição Rodrigues
Palmas/TO

Não deixe a fonte secar Não deixe a fonte faltar Não atrapalhe o percurso da vida Deixe a fonte brotar.
Não suje a fonte da vida Não polua os mananciais Não seque o aquário da vida Não destrua as matas fluviais.
Vamos ajudar a preservar A água que mata a sede A água que brota na fonte As minas no alto do monte
A água que gera a vida A água que refrigera e te acalma Tirando o cansaço da lida Tirando o cansaço da alma
A água que molha a terra Fazendo a relva brotar Unidos venceremos essa guerra Vamos todos preservar.
Escrito por AGL às 16h56
[]
[envie esta mensagem]
[link]

Academia Tocantinense de Letras
O primeiro movimento para a criação da Academia Tocantinense de Letras, com a sigla ATL, surgiu em 1986, na cidade de Gurupi, na então região do médio norte de Goiás, hoje, base territorial do estado do Tocantins. Em 17 de outubro daquele ano, capitaneado pelo poeta e jornalista Zacarias Martins, aconteceu uma reunião com vários intelectuais na Câmara Municipal que, à época, funcionava no próprio prédio da prefeitura, com o objetivo de criar a Academia Tocantinense de Letras, tendo sido eleita uma diretoria provisória tendo como presidente, Zacarias Martins e vice-presidente Nânio Tadeu Gonçalves. A então primeira-dama do município, Maria das Dores Braga Nunes, conhecida carinhosamente como Dolores Nunes foi escolhida como secretária da entidade, enquanto que Rômulo Rezende Filho, marido da escritora Ednéa Rezende, ficou como tesoureiro.
A recém-criada Academia Tocantinense de Letras representou um grande avanço para época e chegou a publicar alguns livros de autores locais, porém, não tinha muita representatividade, vez que não conseguiu congregar escritores de outras localidades devido as dificuldades financeiras da entidade para manter a expansão de suas atividades. Com a criação do estado do Tocantins em 5 de outubro de 1988 e a posse do primeiro governador eleito do estado, José Wilson Siqueira Campos, em 1º de janeiro de 1989, juntamente com os 24 deputados estaduais, oito federais e três senadores, Zacarias Martins buscou um novo rumo à ATL. Manteve conversações com o escritor e desembargador José Liberato Costa Póvoa, presidente do Tribunal de Justiça do estado do Tocantins, cuja capital provisória era Miracema do Tocantins.
Zacarias Martins propôs a José Liberato Costa Póvoa que tomasse as rédeas da Academia Tocantinense de Letras, pois devido ao importante cargo que desembargador ocupava e o fato de morar na capital do estado, entendia que seria bem mais fácil consolidar a ATL, que até então não tinha personalidade jurídica. Liberato Póvoa dissera que não dispunha de tempo para mais essa missão, principalmente, devido ao acúmulo de serviço no Judiciário por causa da criação da nova Unidade da Federação, que dava seus primeiros passos.
Porém, a idéia de se oficializar a fundação da Academia Tocantinense de Letras não caiu no esquecimento. A capital provisória do Tocantins ficava movimentada a cada dia que passava com a chegada de novos habitantes vindos das mais diferentes localidades do país. O governador Siqueira Campos nomeara a escritora e historiadora Ana Braga para o cargo de Coordenadora Estadual de Cultura do Tocantins. Mulher de fibra, idealista e amante das artes, Ana Braga buscou desempenhar suas funções com competência, mas também esbarrava nas dificuldades encontrada para administrar a Pasta, pois no estado recém-criado, tudo estava por fazer.
Em contatos com vários intelectuais em Miracema do Tocantins, a idéia da criação da Academia Tocantinense de Letras ganhava corpo. E foi assim, por iniciativa de Ana Braga, José Liberato Costa Povoa e Juarez Moreira Filho, numa reunião realizada em 12 de dezembro de 1990, no escritório de Juarez, em Porto Nacional, deu-se a troca de idéias que culminou com a criação da Academia de Letras do Estado do Tocantins, que tinha por sigla as letras ALET, vez que, antes mesmo da criação do estado do Tocantins, Zacarias Martins tivera a iniciativa de fundar a Academia Tocantinense de Letras – ATL.
Como a denominação de Academia de Letras do Estado do Tocantins e a sua digla ALET não caíram no agrado da maioria dos acadêmicos, meses depois de fundada, foi aprovada a mudança estatutária do sodalício, que passou a se denominar de Academia Tocantinense de Letras, com a sigla ATL.
A sessão solene de instalação da Academia Tocantinense de Letras, com a posse de seus 25 membros fundadores aconteceu na noite de 12 de dezembro de 1990, no auditório do Colégio do Sagrado Coração de Jesus, em Porto Nacional.
Primeira diretoria
A primeira diretoria executiva da AGL, cujo mandato foi de 4 de janeiro de 1991 a 2 de abril de 1993, estava assim constituída:
Presidente: José Liberato Costa Póvoa Vice-Presidente: Juarez Moreira Filho 1º Secretário: Fidêncio Bogo 2º Mary Sônia Matos Valadares Tesoureiro: Nícia Vieira Araújo 1º Orador: José Cardeal dos Santos 2º Orador: Antônio Luiz Maya
Os fundadores
Participaram da fundação da Academia Tocantinense de Letras os seguintes escritores:
José Wilson Siqueira Campos, José Liberato Costa Póvoa, Ana Braga, Juarez Moreira Filho, Zacarias Martins, Darci Martins Coelho, Antônio Luiz Maya, José Cardeal dos Santos, Joatan Bispo de Macedo, Ney Alves de Oliveira,Fidêncio Bogo, Jorge Lima de Moura, Osvaldo Rodrigues Póvoa, Manuel Messias Tavares, Luiz Espíndola de Carvalho, Rui Cavalcante Barbosa, Nícia Vieira Araújo, Cleuza Benevides Souza Bezerra, Margarida Lemos Gonçalves, Mary Sônia Matos Valadares, Luiz de Souza Pires, Josefa Louça da Trindade, José Edmar Brito Miranda, José dos Santos Freire Júnior, Durval Godinho.
Nota: O então senador da República João da Rocha Ribeiro não chegou a tomar posse na Academia. Havia sido convidado para ocupar cadeira de número 7, cujo patrono é o escritor, geógrafo e coronel aviador Lysias Augusto Rodrigues, mas ele não compareceu à sessão de posse e jamais participou de uma reunião da academia, tendo sido posteriormente desligado definitivamente da instituição.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre:
Acessado em 22 de fevereiro de 2008
Escrito por AGL às 13h23
[]
[envie esta mensagem]
[link]

A VOZ DO POETA
(Eliosmar Veloso)

A voz do poeta...
Ora fria,
ora calma,
ora tranqüila...
Ora quente,
apavorada.
Voz que denuncia,
renuncia,
anuncia
e ama...
A voz do poeta...
vai ecoando
por entre os montes da vida...
Vai vagando pelas noites,
viajando pelo tempo,
pelo espaço...
A voz do poeta...
lembra,
revive,
vibra,
chora
e grita.
A voz do poeta...
Quebra o silêncio das artes,
desperta sentimentos adormecidos
e nos mostra,
hoje e sempre
que a vida
é algo bem mais
do que os nossos olhos
conseguem ver.
Escrito por AGL às 10h45
[]
[envie esta mensagem]
[link]

Centro Cultural de Gurupi está entregue aos mortos ilustres
 Imagine um local onde a contemplação e alegria deveriam ser acontecimentos mais que normais, onde a população pudesse comparecer e desenvolver arte e pensamento crítico, este lugar é um centro cultural.
Em Gurupi, (TO), até existe o espaço, é o Centro Cultural Mauro Cunha, como é conhecido, mas seu maior destaque acontece mesmo, quando alguma figura proeminente da cidade “parte para o andar de cima”, ou, “viaja fora do combinado” como dizem outros. Neste momento, o Centro Cultural corre à boca miúda e se torna a pauta dos debates do município.
Há aqueles que são a favor de se transformar o Centro em capela mortuária e até defendem o gesto magnânimo do prefeito para com a família do morto, geralmente figura ilustre, que “contribuiu para o progresso de Gurupi”. Mas cabe aqui uma indagação. A população mais humilde da cidade também não contribuiu para o desenvolvimento do município com sua força de trabalho espoliada? Se for para transformar o Centro Cultural em capela mortuária, que seja para todos. Divisão social até na hora morte é o cúmulo da desigualdade.
Para justificar a utilização do Centro Cultural pelas figuras “proeminentes” que jazem sem o sopro da vida, um residente da charmosa e hospitaleira Gurupi até disse em artigo opinativo que “os rituais fúnebres, os velórios, as sentinelas, são uma genuína reflexão cultural filosófica dos povos, que o homem carrega na alma, desde priscas eras”. Realmente um artigo opinativo hilário, tem vocação para a comédia o seu autor.
Mas a verdade é que, é desagradável transformar um local com vocação para alegria e contemplação em um ambiente sombrio, sem energia, para não dizer com energias negativas assentadas. Para o poeta e escritor Zacarias Martins, a população de Gurupi, ao que tudo indica, até já se acostumou com os “eventos”, pois segundo ele, o que mais acontece naquele Centro é velório. Cultura que é bom, necas.
Martins ainda reconhece o esforço de Lucirez Amaral à frente da Fundação Cultural de Gurupi, mas segundo informa, ela não tem autonomia financeira e nem política para tocar o barco, pois o prefeito de Gurupi não investe em cultura. Acreditamos em seu pronunciamento e temos convicção que realmente o prefeito João Cruz deveria ser mais sensível à questão cultural.
Segundo o escritor, alguns vereadores até já apresentaram requerimentos solicitando ao prefeito que não mais autorizasse a realização de velórios naquele local. Também solicitaram a construção de uma casa de velórios no centro de Gurupi, mais tudo ficou nas gavetas do gabinete do prefeito.
Na sexta-feira, (11), mais uma vez as atividades no Centro Cultural foram paralisadas por causa de um velório, fato que mais uma vez causou a indignação daqueles que defendem a utilização do espaço apenas para arte. O Centro Cultural, onde também funciona a Galeria de Artes Kathiê Tejeda, tem um regimento interno elaborado pela classe artística que afirma que o espaço só poderá ser utilizado para atividades culturais.
O Conexão Tocantins neste momento solidariza-se com a classe artística do município e com aqueles vereadores que já solicitaram ao prefeito a construção de um local apropriado aos velórios no centro de Gurupi. Os artistas têm dado o exemplo ao não utilizar o espaço para os velórios dos seus e o que se espera é que a população assuma também esta causa e exija do executivo municipal a construção de uma capela.
Foto: Cláudio Roberto
Fonte: Site Conexão Tocantins
http://conexaotocantins.com.br/noticia/centro-cultural-de-gurupi-esta-entregue-aos-mortos-ilustres/1208
Escrito por AGL às 21h16
[]
[envie esta mensagem]
[link]

APRISIONADO
Entre suas grades, trancaram-me.
Todos os meus sonhos
aprisionados aqui estão.
Horizontes se fecharam rapidamente.
Tive um delírio de loucura.
De repente.
vejo-me aqui
aprisionado, enjaulado
à solidão das intermináveis
noites escuras e frias.
No meu cárcere
sinto o abandono
dos sonhos,
da vida modesta e digna
de um cidadão comum...
Apenas um cidadão.
Estou diante de um abismo.
Há tempos procuro meu horizonte
E os sonhos?
Continua tudo escuro e frio
Abandonado estou,
entregue apenas a os meus sonhos,
Oh, Destinos!
És um enigma!
Aguardo-te
com apenas um sonho...
O sonho de liberdade!
(Ana Márcia Barros)
Escrito por AGL às 21h15
[]
[envie esta mensagem]
[link]

|